Ingressar em um curso superior ou continuar a especialização é o sonho de muitas pessoas, mas pode não ser acessível à todas elas devido aos custos.
Quando falamos no ensino privado, por exemplo, o valor total de uma graduação pode passar de 20 mil reais facilmente.
Por isso, muitos pensam na possibilidade de fazer um empréstimo para financiar estudos, como os créditos pessoais.
Ainda que existam programas como o FIES, o empréstimo pode ser uma opção mais simples e prática de completar os estudos.
Continue lendo e saiba como funciona esse empréstimo para todos os tipos de graduação!
Como funciona o empréstimo para financiar estudos?
Para falar disso, é preciso, primeiro, explicar como funciona um empréstimo.
De forma simples: um banco ou financeira “empresta” o dinheiro, que deve ser devolvido em parcelas com juros aplicados em um prazo pré-determinado.
O dinheiro solicitado no empréstimo pode ser usado no que desejar, incluindo o financiamento de estudos.
Alguns bancos oferecem programas específicos para isso, com juros mais baixos e condições de pagamento facilitadas.
Porém, mesmo fora dos programas, é possível solicitar um empréstimo comum, consignado ou com garantia, e destinar o dinheiro para o pagamento da graduação.
Afinal, a maioria dos créditos não demanda que o valor seja usado para algo específico, ficando à escolha do solicitante.
Quais são os tipos de empréstimo?
Quando o assunto é empréstimo, poucas pessoas sabem que existe mais de um tipo e que as taxas mudam bastante entre eles.
Por isso é tão importante pesquisar antes de fechar qualquer negócio, para encontrar as melhores condições de pagamento.
Conheça um pouco mais sobre os tipos de crédito — todos esses podem ser usados como empréstimo para financiar estudos.
Empréstimo pessoal
O empréstimo pessoal é o mais comum, aquele que pode ser solicitado por qualquer pessoa física e em valores diversos.
O que define a quantia liberada e as taxas de juros é a relação com a financeira e o histórico de pagador (como Score e reputação entre outros bancos).
É uma boa opção para autônomos e pessoas que não possuem bens que possam ser usados como garantia.
Empréstimo com garantia
Este é um empréstimo muito indicado, por contar com taxas mais baixas quando comparado aos outros.
Consiste em usar um bem, como imóveis, automóveis ou até smartphones como garantia de pagamento. O lado bom é que o item não precisa ser seu e nem ficar sem uso durante a quitação.
Só é recomendado caso você tenha certeza de que poderá pagar. Afinal, caso se torne inadimplente, o bem será legalmente transferido para a posse da financeira.
Empréstimo consignado
Outra boa opção é o empréstimo consignado, que faz o desconto das parcelas diretamente da sua folha de pagamento. Por isso, para solicitar, é preciso estar empregado formalmente ou aposentado.
Por existir essa garantia de que o pagamento será feito, as taxas de juros costumam ser menores que o empréstimo tradicional.
Outro lado positivo é que as parcelas não costumam comprometer mais de 30% do salário, então o pagamento é feito de forma leve e sem o risco de atrasos.
Leia também: Qual a diferença de empréstimo pessoal e consignado?

